10 coisas que as pessoas esperam que as marcas saibam (e você deveria saber)
Escrito por Rafael Amaral
Coisas simples do cotidiano e do comportamento às vezes passam despercebidas ou então se perdem quando a burocracia e o corporativismo entram em cena. Há também as que achamos que sabemos mas não colocamos em prática.
Então, reuni 10 coisas que as pessoas esperam das marcas e estas nem sempre dão a devida atenção. Talvez não seja nada inédito, talvez tudo seja. Talvez você já tenha visto em algum outro blog, livro ou revista também.
Mas, acima de tudo, lembre-se que aqui, nada é lei. Acrescente, discorde, elogie ou critique, ali nos comentários. Vamos lá:
10 coisas que as pessoas esperam que as marcas saibam (e você deveria saber)
#1 – Não é preciso muito para ganhar atenção e confiança. Basta fazer exatamente o que foi prometido.
#2 – Os funcionários tratam as pessoas assim como seus superiores os tratam.
#3 – A vida não é fácil. Para a marca ter valor, basta que ela ajude as pessoas a serem felizes.
#4 – São raras as pessoas que não gostam de exclusividade e atenção.
#5 – Telemarketing é um saco. Mas isso não quer dizer que as pessoas não gostam de comprar coisas.
#6 – Desculpas não valem nada. Admitir o erro conta muito.
#7 – As pessoas, os tais “consumidores”, é que sabem no que a marca é boa (e se ela é).
#8 – São raras as pessoas que não são preguiçosas, inseguras ou egoístas.
#9 – As pessoas gostam de coisas gratuitas.
#10 – As pessoas gostam de comprar. Só precisam de uma boa justificativa.
Deixe suas opiniões nos comentários que faremos um novo post atualizado. Ao maior estilo lista 2.0.
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13 Comentários to “10 coisas que as pessoas esperam que as marcas saibam (e você deveria saber)”
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Caio Blumer
August 4th, 2008 at 8:54 amÉ verdade Rafael, eu concordo com a sua lista, mas não necessáriamente nesta ordem, rsrsrs.
Existem sim mais coisas, mas isso pode variar de acordo com marca, tipo de negócio, enfim, o básico eu creio que você tenha relatado.
Abraço!
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Rafaela Mendes
August 4th, 2008 at 8:56 amSendo bem sincera, o #9 dá uma boa resumida em tudo, né não?
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Rafael Amaral
August 4th, 2008 at 9:02 amOlá Caio e Rafaela!
Tentei não limitar a algum segmento. Sugestões?
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Tiago Moralles
August 4th, 2008 at 10:23 amSou obrigado a concordar com a #5, principalmente a primeira parte hehe.
A #10 explica muito bem a função da publicidade.O último post deTiago Moralles foi Duchampado
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Gabriel Jacob
August 4th, 2008 at 1:58 pmMuito bom o seu post, Rafa… Parabéns!
De fato a gente tem isso em mente, mas poucas vezes colocamos pra funcionar.Precisamos sempre estar atentos as percepções que as marcas geram sobre nós e vice-versa.
P.S
Isso tudo foi conclusão sua, ou alguma fonte te ajudou ?Abração,
Gabriel Jacob
http://www.adivertido.comO último post deGabriel Jacob foi Mais uma fonte confirma que publicidade na web irá ultrapassar todos os outros meios
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Rafael Amaral
August 4th, 2008 at 2:10 pmOlá Gabriel! Obrigado pela visita.
Foram apenas observações. Mas como eu disse no post, não pretendo clamar autoria pois as coisas estão aí e eu não devo ter sido o primeiro a enxergá-las.
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Thiago Nascimento
August 4th, 2008 at 2:21 pmFala Rafael,
Esse exercício é excelente. É de extrema importância para o nosso negócio procurar entender SEMPRE as pessoas.
Discordo do item 1. Acho que fazer o que foi prometido não é motivo de diferenciação não. Isso não chega a chamar a atenção de ninguém, pelo contrário, isso é commoditie (ou deveria ser – me refiro a alguns setores). Cumprir com o que foi prometido é na verdade o PRODUTO ESPERADO pelo consumidor. Ninguém compra um tennis azul achando que vai chegar pelos correios um vermelho. Para ganhar a atenção do consumidor é preciso ir além. É preciso surpreender e oferecer um PRODUTO AMPLIADO. Ex.: Você compra um tennis azul e junto a ele vem um cronometro de brinde.
No mais, parabéns pelo exercício. Indico a você e aos seus leitores a leitura desse post: http://www.ideavertising.com.br/inovacao/10-dicas-a-um-planner.html. É um pouquinho parecido com o que você fez.
Abraço.
O último post deThiago Nascimento foi Jesus, Happy Birthday!
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Pri Alves
August 4th, 2008 at 2:49 pmtão engraçado ler e me identificar como a pessoa em questão, a consumidora.
vi seu coment no orange cab agora pouco e resolvi taxear até aqui
O último post dePri Alves foi A Inveja é uma merda
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Iasnara
August 4th, 2008 at 2:51 pmRafael, tua lista tá redondinha, dou um bis no: #4
“São raras as pessoas que não gostam de exclusividade e atenção.”
Cada um tem seu jeito, o mais trabalhoso e gostoso é isso,
pulverizar a comunicação para alcançar muitos e ainda sim ser pessoal.
Adorei o post.
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Rafael Amaral
August 4th, 2008 at 2:58 pmOlá Tiago! Obrigado pela participação.
No caso do item 1, me refiro à atenção contínua. Muito do que se discursa em comunicação, em publicidade, não se põe na prática.
Para tal tipo de atenção, que desenvolve confiança e assim firma um relacionamento, é que acredito que fazer o que se prometeu, como prometeu e quando prometeu é fundamental.
Tentando um gancho no seu exemplo, ninguém compra um tênis azul. Compra-se conforto, durabilidade, ou qualquer outro desejo.
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Haendel Dantas
August 4th, 2008 at 3:16 pmOpa Rafa!
Uma ótima observação nessa sua lista! Coisas que não ligamos muito e estão a nossa volta.
Sobre a questão #9, gostaria de acrescentar que as pessoas gostam de coisas gratuitas, que elas usem. Não sei se conhece, mas existe uma prática chamada FreeLove, Trata-se de uma ação onde empresas dão produtos, conteúdos e/ou serviços grátis para os consumidores e, em troca, eles aceitam receber propagandas.
Isso sim, é um ‘incentivo’!
Abraços
Haendel Dantas
http://www.comunicadores.infoO último post deHaendel Dantas foi PROMOÇÃO | “Para você, o que é pensar grande?”
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Rafael Amaral
August 4th, 2008 at 3:23 pmOlá Haendel!
Não conhecia essa Free Love. Vou pesquisar.
Obrigado pela dica.
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Caio Blumer
August 5th, 2008 at 12:01 amNa verdade, Rafa, eu acho que você está certo em não se prender em um seguimento, mas vender “felicidade” é a melhor coisa, as pessoas querem se sentir felizes.
Eis a nossa função
Abraço!
O último post deCaio Blumer foi Comunica 2008
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