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	<title>Estagiaridade</title>
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	<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 16:59:22 +0000</pubDate>
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		<title>Tryvertising: A onda é experimentar</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 16:59:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Trends]]></category>

		<category><![CDATA[trysumers]]></category>

		<category><![CDATA[tryvertising]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Trendwatching lançou mais um relatório e uma novidade bastante interessante é a atenção para Trysumers.
Trysumers é o termo sugerido para a geração de pessoas que tem acesso fácil à informação sobre marcas, produtos e serviços, portanto possuem certa imunidade contra a propaganda e estão atrás de novas sensações, novos serviços, novas experiências, novos sabores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.estagiaridade.com/wp-content/uploads/2008/07/tryvertising.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-184" title="tryvertising" src="http://www.estagiaridade.com/wp-content/uploads/2008/07/tryvertising.jpg" alt="" width="480" height="180" /></a></p>
<p>A Trendwatching lançou <a href="http://trendwatching.com/briefing/" target="_blank">mais um relatório</a> e uma novidade bastante interessante é a atenção para <em>Trysumers</em>.</p>
<p><em>Trysumers</em> é o termo sugerido para a geração de pessoas que tem acesso fácil à informação sobre marcas, produtos e serviços, portanto possuem certa imunidade contra a propaganda e estão atrás de novas sensações, novos serviços, novas experiências, novos sabores, enfim, qualquer coisa nova.</p>
<p>E isso é reflexo do mercado abundante em oferta, no qual as pessoas se dividem em nichos em busca de produtos. Apesar dos <a href="http://estalo.org/?p=529" target="_blank">efeitos colaterais dessa variedade de opções</a>,  a &#8220;comunicação de nicho&#8221; é a nova &#8220;comunicação de massa&#8221;. Mas isso é assunto para outro post.</p>
<p>Da idéia de <em>Trysumers</em> nasceu o <em>Tryvertising</em>. Uma proposta de oferecer o produto para experimentação como forma de se introduzir na vida dessas pessoas.</p>
<p>Vale a pena ficar atento a iniciativas como a <a href="http://www.nike.com/europerunning/?ref=http://www.bowerman.com#events" target="_blank">Nike Trial Vans</a>, que percorre países com uma van e um estoque de 1000 pares de tênis que são oferecidos para as pessoas experimentarem, e a <a href="http://www.springwise.com/food_beverage/wine_by_the_trialsized_tube/" target="_blank">Wineside</a> que oferece seus vinhos em tubos de ensaio especialmente desenvolvidos para o público provar.</p>
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		<title>Agência de ferreiro, espeto de plástico.</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 12:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Advertising]]></category>

		<category><![CDATA[agências]]></category>

		<category><![CDATA[promoção]]></category>

		<category><![CDATA[propaganda]]></category>

		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Vez por outra ouço aquele velho jargão de alguns colegas de profissão:  &#8220;A minha agência não precisa se promover. Os resultados que proporcionamos aos clientes são nossa melhor divulgação&#8221;.
Balela.
Uma agência de comunicação que acredita nisso deve ter argumentos incríveis para conseguir vender os próprios serviços. Imagina como seria engraçado o CEO da Coca-Cola, da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/joaowendel/1801098085/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-182" title="casadeferreiro" src="http://www.estagiaridade.com/wp-content/uploads/2008/07/casadeferreiro.jpg" alt="" width="483" height="181" /></a></p>
<p>Vez por outra ouço aquele velho jargão de alguns colegas de profissão:  &#8220;A minha agência não precisa se promover. Os resultados que proporcionamos aos clientes são nossa melhor divulgação&#8221;.</p>
<p>Balela.</p>
<p>Uma agência de comunicação que acredita nisso deve ter argumentos incríveis para conseguir vender os próprios serviços. Imagina como seria engraçado o CEO da Coca-Cola, da Nike ou outra big empresa recusando trabalhos em comunicação: &#8220;Obrigado, mas as pessoas que bebem nosso refrigerante e calçam nossos tênis são suficientes para nossa divulgação&#8221;.</p>
<p>Justamente por reforçar a opinião contrária é que gosto de ações e esforços criativos de agências de publicidade para se auto-promover. Afinal, nesses jobs não tem como colocar a culpa no cliente.</p>
<p>Recentemente vi uma ação da <span style="line-height: 115%; font-size: 100%;"><a href="http://www.grudaemmim.com.br/" target="_blank">Gruda em Mim (Que o Boi Não te Lambe)</a>, indicada pelo <a href="http://obolacheiro.blogspot.com" target="_blank">Alessandro Ribeiro</a>, que consistia em divulgar a própria agência </span><span style="line-height: 115%; font-size: 100%;">no Fórum Você S/A de Liderança.</span></p>
<p><span style="line-height: 115%; font-size: 100%;">Partindo do conceito da agência que é fazer pontes, foram colocados</span><span style="line-height: 115%; font-size: 100%;"> portas-crachá com ventosas nas pastas dos participantes, com instruções para que grudassem seus cartões no painel</span><span style="line-height: 115%; font-size: 100%;"> do hall social do evento</span><span style="line-height: 115%; font-size: 100%;">, criando assim, uma rede de networking interativa.</span></p>
<p><a href="http://www.grudaemmim.com.br/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-183" title="grudaemmim" src="http://www.estagiaridade.com/wp-content/uploads/2008/07/grudaemmim.jpg" alt="" width="483" height="322" /></a></p>
<p>Se você souber de mais ações interessantes, deixe nos comentários que eu atualizo o post.</p>
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		<title>Publicijazz</title>
		<link>http://www.estagiaridade.com/publicijazz/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 18:36:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Guest post]]></category>

		<category><![CDATA[jazz]]></category>

		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Passado o fim tumultuado do semestre letivo, cá estou eu novamente, resistindo àquela tendência a jogar nos afazeres diários a culpa por não ter tempo de escrever.
Já dizia um ex-grande amigo meu: “Tempo você sempre tem, só que escolhe fazer outra coisa!”
Agora, por exemplo, escolhi não dar muita bola pra pressão daqui da ONG, já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/leongyd/433302028/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-177" title="publicijazz" src="http://www.estagiaridade.com/wp-content/uploads/2008/07/publicijazz.jpg" alt="" width="483" height="181" /></a></p>
<p>Passado o fim tumultuado do semestre letivo, cá estou eu novamente, resistindo àquela tendência a jogar nos afazeres diários a culpa por não ter tempo de escrever.</p>
<p>Já dizia um ex-grande amigo meu: “Tempo você sempre tem, só que escolhe fazer outra coisa!”</p>
<p>Agora, por exemplo, escolhi não dar muita bola pra pressão daqui da ONG, já que o projeto que vinha tirando de mim até mesmo meu horário de almoço foi adiado, e vou usar meu tempo pra concluir esse post, que vem se arrastando há cerca de um mês.</p>
<p>Aproveito pra agradecer meu amigo virtual <a href="http://www.casadogalo.com" target="_blank">Diego Jock</a> pela boa dica do nome.</p>
<p>O tema é complexo de um tanto que nem eu mesmo podia imaginar antes de começar a escrever.</p>
<p>De pensar superficialmente sobre o assunto já percebi que seria preciso muito, mas muito mais do que um post para abordá-lo. Me restou, pra cumprir a promessa feita no meu último post, fazer um resumo ou uma pequena introdução. Como as questões culturais e artísticas são sempre recorrentes nos meus textos, é bem provável que não fique só nisso.</p>
<p>A coisa toda começa assim: É possível estabelecer um paralelo entre a história e o desenvolvimento do jazz e a história e o desenvolvimento da publicidade.</p>
<p>Mudanças sociais e políticas, desenvolvimento tecnológico, pesquisas e uma série de outros acontecimentos transformaram os rumos do jazz tanto quanto os da publicidade.</p>
<p>O McDonald’s não vende mais “dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles no pão com gergelim”, mas ele é “gostoso como a vida deve ser”.</p>
<p>Você, leitor, comedor de número 1, não precisa se desesperar. Não pararam de fabricar e nem de vender o Big Mac. Foi uma mudança conceitual de abordagem que rolou como uma resposta às inquietações do público consumidor e do mercado e a uma série de outros fatores que dariam boas horas de discussão.</p>
<p>E se você não se tocou, não sabia disso e nem nunca ouviu falar, passou da hora de fazer uma correria pra se inteirar. É um belo exemplo-clichê, só para esclarecer a idéia central da conversa.</p>
<p>Nos Estados Unidos, grandes músicos dos clubes de dança se cansaram de serem tratados como empregados, entrarem pela porta de serviço, serem mal remunerados e tratados como vagabundos, levados por um sentimento como que o de rebeldia, se apoiaram no mote “quero ver esses branquelos ricos dançarem essa minha música” e assim criaram o BeeBop, aclamado por qualquer um que tenha uma cultura musical um pouco mais refinada e reconhecido no mundo inteiro como “o” Jazz, em detrimento aos outros estilos de Jazz.</p>
<p>Acho que deu pra perceber que tem muito o que ser conversado, estudado, destrinchado sobre essa maluquice desse, em princípio, improvável paralelo.</p>
<p>Fica a dica do livro que aborda a história do jazz de maneira detalhada e completa: “Jazz, do Rag ao Rock”, de Joachim Berendt, Coleção Debates, Editora Perspectiva.</p>
<p>Oportunamente, agradeço à Yasmin Monteiro pelo reconhecimento e pelo convite! Tô torcendo pra que dê tudo certo!</p>
<p>Abraço a todos!</p>
<p><img src="http://www.estagiaridade.com/wp-content/uploads/2008/02/guilherme.jpg" alt="guilherme.jpg" align="left" /><strong>Gui Pignata</strong> é músico, bacharel em Música Popular pela Unicamp, estudante de Publicidade e Propaganda da PUC-Campinas e designer gráfico da ONG Teatro de Tábuas.<br />
Contato: <a href="mailto:guipignata@gmail.com"><span class="HcCDpe"><span class="lDACoc">guipignata@gmail.com</span></span></a></p>
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		<title>Manifesto contra rodeios na comunicação</title>
		<link>http://www.estagiaridade.com/manifesto-contra-rodeios-na-comunicacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 17:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brand]]></category>

		<category><![CDATA[comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[
Gosto muito quando as pessoas são capazes de dizer exatamente o que querem sem &#8220;preparar&#8221; o ouvinte ou criar confusão. Quando a comunicação parte de marcas então, mais ainda.
No trânsito, chegando a um cruzamento, não nos deparamos com uma placa &#8220;Ao aproximar-se do cruzamento, acione os freios de seu automóvel de modo a ficar imóvel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/natyroots/453106609/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-174" title="promocaodemerda" src="http://www.estagiaridade.com/wp-content/uploads/2008/06/promocaodemerda.jpg" alt="" width="483" height="182" /></a></p>
<p>Gosto muito quando as pessoas são capazes de dizer exatamente o que querem sem &#8220;preparar&#8221; o ouvinte ou criar confusão. Quando a comunicação parte de marcas então, mais ainda.</p>
<p>No trânsito, chegando a um cruzamento, não nos deparamos com uma placa &#8220;Ao aproximar-se do cruzamento, acione os freios de seu automóvel de modo a ficar imóvel antes de atravessar&#8221;. Ao invés disso vemos um glorioso <strong>PARE</strong>. Em letras brancas sobre fundo vermelho. Berrante o suficiente para não passar despercebido.</p>
<p>Em um restaurante, se precisamos ir ao banheiro, uma plaquinha com os escritos WC, Toilette ou aqueles ícones masculino/feminino bastam. Em um jogo de futebol então, cartão vermelho já diz tudo.</p>
<p>Os exemplos estão por aí, aos montes, basta observar.</p>
<p>O que me parece é que nós gostamos de complicar.</p>
<p>Claro, quanto mais complicamos, mais desculpas temos para fracassar.</p>
<p>E é em pró da comunicação clara, direta e simples que se baseia esse meu manifesto. Pensando no dia em que as marcas farão o que prometem, quando prometem e como prometem.</p>
<p>E não confunda isso com um pensamento anti-publicidade. Gosto muito dela. A questão é que, como disse Joe Crump, VP de Estratégia da Razorfish:</p>
<blockquote><p>Publicidade é o preço que as empresas pagam por não serem originais</p></blockquote>
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		<title>Uma rica fonte de inspiração</title>
		<link>http://www.estagiaridade.com/uma-rica-fonte-de-inspiracao/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 15:58:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Creativity]]></category>

		<category><![CDATA[criatividade]]></category>

		<category><![CDATA[inspiração]]></category>

		<category><![CDATA[magazine]]></category>

		<category><![CDATA[pdf]]></category>

		<category><![CDATA[referência]]></category>

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		<description><![CDATA[
Uma excelente fonte de inspiração e referência que conheci recentemente chama-se PDF-MAGS. O site agrega um conteúdo imenso de alta qualidade que varia entre os mais diversos assuntos como arte, música, design, ilustração, redação e fotografia, disponibilizando revistas digitais em formato PDF.
O que chama atenção é a qualidade gráfica das publicações que estão divididas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/vanity-knows-me/2498799207/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-172" title="magazines" src="http://www.estagiaridade.com/wp-content/uploads/2008/06/magazines.jpg" alt="" width="483" height="181" /></a></p>
<p>Uma excelente fonte de inspiração e referência que conheci recentemente chama-se PDF-MAGS. O site agrega um conteúdo imenso de alta qualidade que varia entre os mais diversos assuntos como arte, música, design, ilustração, redação e fotografia, disponibilizando revistas digitais em formato PDF.</p>
<p>O que chama atenção é a qualidade gráfica das publicações que estão divididas em mais de 50 categorias e oferecem, em milhares de páginas, inspiração, cultura e referência para publicitários e estudantes.</p>
<p><a href="http://www.pdf-mags.com/" target="_blank">Confere lá</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tribos de brand. O xaveco certo para a pessoa certa.</title>
		<link>http://www.estagiaridade.com/tribos-de-brand-o-xaveco-certo-para-a-pessoa-certa/</link>
		<comments>http://www.estagiaridade.com/tribos-de-brand-o-xaveco-certo-para-a-pessoa-certa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 16:26:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Consumer]]></category>

		<category><![CDATA[brand]]></category>

		<category><![CDATA[consumidor]]></category>

		<category><![CDATA[marketing]]></category>

		<category><![CDATA[tribos]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;Chega desse negócio de homem/mulher, 20 a 30 anos, classe B é consumidor da marca X. Se a pessoa tem o recurso em mãos, ela vai e compra.&#8221;
É com essa afirmação que o artigo do Fábio Sousa no Webinsider ganhou minha atenção. Num trecho de artigo da Rede Gaúcha de Design, citado por ele, aparece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/joeshlabotnik/305410323/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-170" title="tribosdebrand" src="http://www.estagiaridade.com/wp-content/uploads/2008/06/tribosdebrand.jpg" alt="" width="483" height="181" /></a></p>
<p>&#8220;Chega desse negócio de homem/mulher, 20 a 30 anos, classe B é consumidor da marca X. Se a pessoa tem o recurso em mãos, ela vai e compra.&#8221;</p>
<p>É com essa afirmação que o artigo do <a href="http://mundesign.org/" target="_blank">Fábio Sousa</a> no <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/02/11/tribos-de-brand-e-reposicionamento-das-marcas/" target="_blank">Webinsider</a> ganhou minha atenção. Num trecho de <a href="http://www.rgd.org.br/sala_artigos_aberta.asp?idArtigo=17" target="_blank">artigo</a> da Rede Gaúcha de Design, citado por ele, aparece a seguinte constatação:</p>
<p>&#8220;As “tribos” as quais pertencemos são determinadas cada vez menos pela geografia, linhagem, raça ou religião. Elas são amplamente definidas pela educação e pelas nossas manifestações a partir do que consumimos.&#8221;</p>
<p>As tribos de brand colocam as pessoas em diversos grupos diferentes, formando misturas heterogêneas.</p>
<p>E é esse conceito que reforça uma observação básica: As pessoas não podem ser estereotipadas. E além disso, fortalece a tendência de uma comunicação mais individualizada para marcas, vendendo chuteiras a quem curte o iPod enquanto vai de bicicleta a uma exposição de arte barroca.</p>
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		</item>
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		<title>Quem conta um conto aumenta um ponto</title>
		<link>http://www.estagiaridade.com/quem-conta-um-conto-aumenta-um-ponto/</link>
		<comments>http://www.estagiaridade.com/quem-conta-um-conto-aumenta-um-ponto/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 14:25:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brand]]></category>

		<category><![CDATA[comunicação]]></category>

		<category><![CDATA[storytelling]]></category>

		<category><![CDATA[transmedia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Grandes mudanças estão marcando o mundo da comunicação. Convergência é a palavra que dita um novo comportamento nesta época. Um tempo em que os consumidores buscam e reúnem conteúdos de diversas fontes para criar um novo cenário. Um ambiente marcado pela dispersão de informação, característica da sociedade contemporânea.
E nessa complexidade o conceito de Transmedia Storytelling [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/vj_pics/826828492/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-168" title="forrestgump" src="http://www.estagiaridade.com/wp-content/uploads/2008/06/forrestgump.jpg" alt="" width="483" height="181" /></a></p>
<p>Grandes mudanças estão marcando o mundo da comunicação. Convergência é a palavra que dita um novo comportamento nesta época. Um tempo em que os consumidores buscam e reúnem conteúdos de diversas fontes para criar um novo cenário. Um ambiente marcado pela dispersão de informação, característica da sociedade contemporânea.</p>
<p>E nessa complexidade o conceito de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Transmedia_storytelling" target="_blank">Transmedia Storytelling</a> ganha força. Contar histórias em plataformas múltiplas de mídia torna-se uma estratégia focada em marca como conteúdo. E não marca com conteúdo ou patrocinando conteúdo, como disse <a href="http://www.coxacreme.com.br/2007/12/04/transmedia-storytelling/" target="_blank">Maurício Motta</a>.</p>
<p>O ramo do entretenimento traz grandes cases de sucesso de Transmedia Storytelling. The Lost Ring, Heroes, Batmans: The Dark Knight e o recente GP em Cyber, <a href="http://www.alternaterealitybranding.com/cannes2008yearzero/" target="_blank">Year Zero</a>, são apenas alguns exemplos.</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="vvqbox vvqyoutube" style="width:425px;height:355px;">
<p id="vvq486fae7181ec4"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=EPFazuDelY4">http://www.youtube.com/watch?v=EPFazuDelY4</a></p>
</div>
<p>Mas a estratégia não se limita ao setor. Nem mesmo seu sucesso.</p>
<p>Happiness Factory, da Wieden &amp; Kennedy para Coca Cola, assume a proposta de ser uma história evolvente, recheada de personagens e que pode ser trabalhada em diversos pontos de contato. Tanto é que foi <a href="http://www.bluebus.com.br/show/2/84573/seminarios_coca_fez_um_palestra_sobre_contar_historias" target="_blank">tema de palestra</a> da agência no Palais em Cannes.</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="vvqbox vvqyoutube" style="width:425px;height:355px;">
<p id="vvq486fae7186d81"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=R1NnyE6DDnQ">http://www.youtube.com/watch?v=R1NnyE6DDnQ</a></p>
</div>
<p>Contar histórias não deixa de ser, ao meu ver, um dos princípios da publicidade. Todo o rebuliço que a web anda fazendo atualmente não se trata de revolução. É evolução. É trazer as histórias que eram contadas através de spots, prints e jingles para todos os pontos de contato com as pessoas. É fazer a marcar criar sua própria mitologia com a participação de seus seguidores e, dessa forma, perpetuar sua própria história.</p>
<p><em>Artigo originalmente publicado na <a href="http://casadogalo.com/transmedia-storytelling-quem-conta-um-conto-aumenta-um-ponto/" target="_blank">Casa do Galo</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>4 perspectivas para o marketing digital</title>
		<link>http://www.estagiaridade.com/4-perspectivas-para-o-marketing-digital/</link>
		<comments>http://www.estagiaridade.com/4-perspectivas-para-o-marketing-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 18:16:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brand]]></category>

		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>

		<category><![CDATA[ogilvy]]></category>

		<category><![CDATA[tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Carlos Castilho comentou 4 perspectivas para o marketing digital expostas em uma palestra da Ogilvy North America que rolou em Cannes. Com mudanças fervilhando a todo tempo, é bom estar por dentro dos novos conceitos que estão se formando. Aí vai:
Dada - Reavaliar e redefinir todos os elementos do marketing tendo a co-criação como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/juliapatriciaroy/1837829326/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-166" title="learndigital" src="http://www.estagiaridade.com/wp-content/uploads/2008/06/learndigital.jpg" alt="" width="483" height="181" /></a></p>
<p>O <a href="http://dearad.wordpress.com/2008/06/17/palestra-da-ogilvy-north-america-em-cannes/" target="_blank">Carlos Castilho</a> comentou 4 perspectivas para o marketing digital expostas em uma palestra da Ogilvy North America que rolou em Cannes. Com mudanças fervilhando a todo tempo, é bom estar por dentro dos novos conceitos que estão se formando. Aí vai:</p>
<p><strong>Dada</strong> - <span class="IText">Reavaliar e redefinir todos os elementos do marketing tendo a co-criação como elemento fundamental numa sociedade regida pelo &#8220;Ctrl+c / Ctrl+v&#8221;</span></p>
<p><strong>Data</strong> - <span class="IText">O marketing torna-se mais científico e a evolução de novas formas de contar histórias torna-se realidade. A proposta é seguir comportamentos e inserir, nas conversações dos consumidores, o conteúdo certo na altura certa.</span></p>
<p><strong>Alphas</strong> - São os formadores de opinião. Quem se manifesta ativamente nas redes digitais, produzindo e compartilhando conteúdo. <span class="IText">Deve-se conversar com os consumidores que se importam, com aqueles que partilham e com aqueles que evangelizam, pensando na geração de experiências e oportunidades para a co-colaboração e a co-criação.</span></p>
<p><strong>Betas</strong> - Com o &#8220;fim&#8221; e o &#8220;pronto&#8221; deixando de existir, <span class="IText">a experimentação contínua é a norma. Para os especialistas do marketing digital, quando o <em>target</em> em causa tem o poder de interferir com a sua mensagem, ficar sentado à espera que algo aconteça é meio caminho andado para a morte.</span></p>
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		<title>E o viral polêmico foi shortlist em Cannes</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 16:29:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
		
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Apesar de toda a polêmica gerada em torno da estratégia viral adotada pela Cia Athletica com seu video &#8220;Gordinhos&#8221;, a peça foi shortlist na categoria Film do Festival de Cannes 2008.


http://www.youtube.com/watch?v=vKz6sZCK1iI

Faz pensar bastante sobre a importância de festivais deste tipo. O GP da categoria foi para Gorilla, da Cadbury, e Halo 3.


http://www.youtube.com/watch?v=TnzFRV1LwIo



http://www.youtube.com/watch?v=Rz_7WWO8lXE

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/mateusz_macheta/2580280176/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-164" title="canneslions" src="http://www.estagiaridade.com/wp-content/uploads/2008/06/canneslions.jpg" alt="" width="483" height="182" /></a></p>
<p>Apesar de <a href="http://www.estagiaridade.com/toma-la-da-ca-e-nao-e-na-tv/" target="_blank">toda a polêmica</a> gerada em torno da estratégia viral adotada pela Cia Athletica com seu video &#8220;Gordinhos&#8221;, <a href="http://www.ccsp.com.br/novo/?&amp;p=2#nav" target="_blank">a peça foi shortlist na categoria Film</a> do Festival de Cannes 2008.</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="vvqbox vvqyoutube" style="width:425px;height:355px;">
<p id="vvq486fae719cc72"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=vKz6sZCK1iI">http://www.youtube.com/watch?v=vKz6sZCK1iI</a></p>
</div>
<p>Faz pensar bastante sobre a importância de festivais deste tipo. O GP da categoria foi para Gorilla, da Cadbury, e Halo 3.</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="vvqbox vvqyoutube" style="width:425px;height:355px;">
<p id="vvq486fae71a1ae0"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=TnzFRV1LwIo">http://www.youtube.com/watch?v=TnzFRV1LwIo</a></p>
</div>
<p style="text-align: center;">
<div class="vvqbox vvqyoutube" style="width:425px;height:355px;">
<p id="vvq486fae71a68ca"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Rz_7WWO8lXE">http://www.youtube.com/watch?v=Rz_7WWO8lXE</a></p>
</div>
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		<title>O oposto da comunicação individualizada</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 17:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
		
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Enquanto a comunicação individualizada é tratada como tendência nos papos publicitários, lembrei-me de um certo lugar em New York que se mantém firme na sobrecarga de informação publicitária: a Times Square.
Essa, que recebe milhões e milhões de turistas todos os anos, continua com seus muitos e imensos anúncios estáticos, digitais ou interativos. Todo o brilho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/lamirin/368278460/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-162" title="timessquare" src="http://www.estagiaridade.com/wp-content/uploads/2008/06/timessquare.jpg" alt="" width="483" height="182" /></a></p>
<p>Enquanto a comunicação individualizada é tratada como tendência nos papos publicitários, lembrei-me de um certo lugar em New York que se mantém firme na sobrecarga de informação publicitária: a <strong>Times Square</strong>.</p>
<p>Essa, que recebe milhões e milhões de turistas todos os anos, continua com seus muitos e imensos anúncios estáticos, digitais ou interativos. Todo o brilho e excesso de informação que fizeram da Times Square o mito que se mantém até hoje.</p>
<p>E foi vendo o vídeo abaixo que, entre outras coisinhas, descobri algo bastante interessante. Muitos prédios do ponto turístico famoso pela animação no revéillon estão vazios e abrigam apenas os anúncios em suas fachadas. Curioso, não?</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="vvqbox vvqvimeo" style="width:400px;height:300px;">
<p id="vvq486fae71b058f"><a href="http://www.vimeo.com/1037804">http://www.vimeo.com/1037804</a></p>
</div>
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