Marcas como benefícios
E se as grandes marcas deixassem um pouco a mídia de lado e investissem pesado em serviços públicos gratuitos?
É com esse questionamento que o Secco deu o pontapé em uma discussão muito bacana sobre a possibilidade das grandes brands repensarem a forma de gerar lucro e conquistarem a empatia das pessoas. Sanando necessidades da população e melhorando o mundo.
Na pior das hipóteses “está na moda”.
José Datrino, o Profeta Gentileza, já dizia: Gentileza gera gentileza. Se um produto é bom e ainda contribui para melhorar a sua condição atual e a da sua comunidade, num raciocínio lógico, é bem provável que a ação seja bem-sucedida.
Parafraseando o Gustavo Rodrigues, o momento é de pensar em porque investir dinheiro para falar se dá para investir dinheiro para fazer.
Lembra o slogan daquela campanha da IBM “Pare de falar, comece a agir“? Viu como fica mais tátil.
E não é só papo. Já tem muita gente se mexendo. Num pensamento similar, teve agência de turismo vendendo feijão por 10 centavos. “Economize agora para viajar no final do ano”. Benefício real e relevante.
Claro que a realidade do Brasil é totalmente diferente que lá fora, e que investir em mídia é mais “barato” que pensar em como ajudar mais de 180 milhões de pessoas. Mas aí é que está a questão. Cada caso é um caso. Cada job um job. É pensar em quem e não em quantos.

















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