Marcas e a relação de amor ou ódio

30 July 2008 0 Comentários

A MaWa falou há algum tempo da forma sobre o conteúdo. O encantamento com o meio, o modo, e o vazio da mensagem.

Deu como exemplo aquele artista que deixou um cachorro a morrer de fome em nome da arte. Em exposição, em uma galeria, o cachorro permaneceu encoleirado até morrer, sem que fosse permitido a alguém alimentá-lo.

Chocante, se não fosse um hoax.

Nesse paralelo passei a pensar no que é notado e o que se torna notório. Nada que é morno, bege ou “mais ou menos” sobrevive. Existe sempre uma relação de amor ou ódio onde não há espaço para a indiferença.

Exemplos existem aos montes. Basta lembrar de Paris Hilton, Bono Vox, George W. Bush ou até Amy Winehouse.

Pra ficar mais próximo, é só pensar num certo cara de paletó verde, cheio de vídeos no YouTube e que não é tão chegado em usar meias: Bruno Divetta. O rapaz conseguiu ganhar a atenção que queria ao fim do ano passado, novamente numa relação de amor ou ódio.

Talvez seja isso que uma marca precise. Mexer com as pessoas de alguma forma, provocar algum sentimento. Pois se ficar na indiferença, perde-se o rumo, a marca está morta.

Posts relacionados

Deixe seu comentário!

*
To prove you're a person (not a spam script), type the security word shown in the picture. Click on the picture to hear an audio file of the word.
Click to hear an audio file of the anti-spam word