Marcas tem que ter colhão para se relacionar com pessoas
É lindo discursar sobre a quebra de paradigma no relacionamento entre marcas e consumidores, aproximando a marca das pessoas.
Ainda bem que essa tendência não fica apenas no discurso e se torna mais evidente com a crescente atenção de marcas ao relacionamento mais transparente com as pessoas, aproximando-as e tornando-as não apenas parte do processo, mas sim da própria marca.
Como no caso do jornal online MDZ, com a ação com painéis para livre interação que o Raphael Pontual comentou:

É de se entender que marcas mais conservadoras tenham receio de se abrir às pessoas, aceitando interação sem moderação. Ainda mais com estudos identificando que apenas 10% das empresas brasileiras estão alinhadas com as novas práticas de comunicação.
O que é inaceitável é criar uma imagem falsa, falando “olha como eu sou cool”, e se esconder atrás de asteriscos, como o caso do hotsite www.voceescolhe.com.br da linha aérea JetBlue.

Não adianta manter certas barreiras entre a marca e as pessoas neste processo de “humanização” de relacionamentos. Tem que ter colhão para se adiantar, ou então apenas acompanhar o processo forçado pela concorrência.

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