A mulher como estereótipo na propaganda

21 February 2008 0 Comentários

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A mulher é um ícone de estereótipo trabalhado pela propaganda ao longo dos anos. Desde o início, foi retratada como mãe, dona de casa e sexo frágil.

As representações do sexo feminino na propaganda permanecem praticamente focadas em dois grandes temas: o cuidado com a casa e a beleza.

Na década de 20 já se utilizava a mulher, por exemplo, para se vender cerveja. O que continua até hoje, fora alguns acertos estéticos.

A Miriam Goldenberg, antropóloga, define muito bem a mudança no estereótipo:

”Hoje a ênfase é o corpo. Vende-se um padrão de beleza específico, como forma de a mulher ter sucesso, ser feliz”

Independente do produto que se vende, a mulher tem que ser jovem, magra e bonita. Como o caso da ação recente em que a marca Agent Provocateur colocou a modelo Jen Dawson nua na vitrine da Selfridges para divulgar o lançamento do perfume Strip.

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O que justifica a posição de Armando Strozenberg:

“A publicidade não abre caminhos nem joga questões. Só tenta refletir o senso comum. Se este muda, a publicidade vai atrás”

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