A mulher como estereótipo na propaganda


A mulher é um ícone de estereótipo trabalhado pela propaganda ao longo dos anos. Desde o início, foi retratada como mãe, dona de casa e sexo frágil.
As representações do sexo feminino na propaganda permanecem praticamente focadas em dois grandes temas: o cuidado com a casa e a beleza.
Na década de 20 já se utilizava a mulher, por exemplo, para se vender cerveja. O que continua até hoje, fora alguns acertos estéticos.
A Miriam Goldenberg, antropóloga, define muito bem a mudança no estereótipo:
”Hoje a ênfase é o corpo. Vende-se um padrão de beleza específico, como forma de a mulher ter sucesso, ser feliz”
Independente do produto que se vende, a mulher tem que ser jovem, magra e bonita. Como o caso da ação recente em que a marca Agent Provocateur colocou a modelo Jen Dawson nua na vitrine da Selfridges para divulgar o lançamento do perfume Strip.

O que justifica a posição de Armando Strozenberg:
“A publicidade não abre caminhos nem joga questões. Só tenta refletir o senso comum. Se este muda, a publicidade vai atrás”










Deixe seu comentário!