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Por Rafael Amaral

Tribos de brand. O xaveco certo para a pessoa certa.

“Chega desse negócio de homem/mulher, 20 a 30 anos, classe B é consumidor da marca X. Se a pessoa tem o recurso em mãos, ela vai e compra.”

É com essa afirmação que o artigo do Fábio Sousa no Webinsider ganhou minha atenção. Num trecho de artigo da Rede Gaúcha de Design, citado por ele, aparece a seguinte constatação:

“As “tribos” as quais pertencemos são determinadas cada vez menos pela geografia, linhagem, raça ou religião. Elas são amplamente definidas pela educação e pelas nossas manifestações a partir do que consumimos.”

As tribos de brand colocam as pessoas em diversos grupos diferentes, formando misturas heterogêneas.

E é esse conceito que reforça uma observação básica: As pessoas não podem ser estereotipadas. E além disso, fortalece a tendência de uma comunicação mais individualizada para marcas, vendendo chuteiras a quem curte o iPod enquanto vai de bicicleta a uma exposição de arte barroca.

Por Rafael Amaral

Quem conta um conto aumenta um ponto

Grandes mudanças estão marcando o mundo da comunicação. Convergência é a palavra que dita um novo comportamento nesta época. Um tempo em que os consumidores buscam e reúnem conteúdos de diversas fontes para criar um novo cenário. Um ambiente marcado pela dispersão de informação, característica da sociedade contemporânea.

E nessa complexidade o conceito de Transmedia Storytelling ganha força. Contar histórias em plataformas múltiplas de mídia torna-se uma estratégia focada em marca como conteúdo. E não marca com conteúdo ou patrocinando conteúdo, como disse Maurício Motta.

O ramo do entretenimento traz grandes cases de sucesso de Transmedia Storytelling. The Lost Ring, Heroes, Batmans: The Dark Knight e o recente GP em Cyber, Year Zero, são apenas alguns exemplos.

Mas a estratégia não se limita ao setor. Nem mesmo seu sucesso.

Happiness Factory, da Wieden & Kennedy para Coca Cola, assume a proposta de ser uma história evolvente, recheada de personagens e que pode ser trabalhada em diversos pontos de contato. Tanto é que foi tema de palestra da agência no Palais em Cannes.

Contar histórias não deixa de ser, ao meu ver, um dos princípios da publicidade. Todo o rebuliço que a web anda fazendo atualmente não se trata de revolução. É evolução. É trazer as histórias que eram contadas através de spots, prints e jingles para todos os pontos de contato com as pessoas. É fazer a marcar criar sua própria mitologia com a participação de seus seguidores e, dessa forma, perpetuar sua própria história.

Artigo originalmente publicado na Casa do Galo

Por Rafael Amaral

4 perspectivas para o marketing digital

O Carlos Castilho comentou 4 perspectivas para o marketing digital expostas em uma palestra da Ogilvy North America que rolou em Cannes. Com mudanças fervilhando a todo tempo, é bom estar por dentro dos novos conceitos que estão se formando. Aí vai:

Dada - Reavaliar e redefinir todos os elementos do marketing tendo a co-criação como elemento fundamental numa sociedade regida pelo “Ctrl+c / Ctrl+v”

Data - O marketing torna-se mais científico e a evolução de novas formas de contar histórias torna-se realidade. A proposta é seguir comportamentos e inserir, nas conversações dos consumidores, o conteúdo certo na altura certa.

Alphas - São os formadores de opinião. Quem se manifesta ativamente nas redes digitais, produzindo e compartilhando conteúdo. Deve-se conversar com os consumidores que se importam, com aqueles que partilham e com aqueles que evangelizam, pensando na geração de experiências e oportunidades para a co-colaboração e a co-criação.

Betas - Com o “fim” e o “pronto” deixando de existir, a experimentação contínua é a norma. Para os especialistas do marketing digital, quando o target em causa tem o poder de interferir com a sua mensagem, ficar sentado à espera que algo aconteça é meio caminho andado para a morte.

Por Rafael Amaral

E o viral polêmico foi shortlist em Cannes

Apesar de toda a polêmica gerada em torno da estratégia viral adotada pela Cia Athletica com seu video “Gordinhos”, a peça foi shortlist na categoria Film do Festival de Cannes 2008.

Faz pensar bastante sobre a importância de festivais deste tipo. O GP da categoria foi para Gorilla, da Cadbury, e Halo 3.

Por Rafael Amaral

O oposto da comunicação individualizada

Enquanto a comunicação individualizada é tratada como tendência nos papos publicitários, lembrei-me de um certo lugar em New York que se mantém firme na sobrecarga de informação publicitária: a Times Square.

Essa, que recebe milhões e milhões de turistas todos os anos, continua com seus muitos e imensos anúncios estáticos, digitais ou interativos. Todo o brilho e excesso de informação que fizeram da Times Square o mito que se mantém até hoje.

E foi vendo o vídeo abaixo que, entre outras coisinhas, descobri algo bastante interessante. Muitos prédios do ponto turístico famoso pela animação no revéillon estão vazios e abrigam apenas os anúncios em suas fachadas. Curioso, não?

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    Apesar de toda a polêmica gerada em torno da estratégia viral adotada pela Cia Athletica com seu video “Gordinhos”, a peça foi shortlist na categoria Film do Festival de Cannes 2008.

    http://www.youtube.com/watch?v=vKz6sZCK1iI

    Faz pensar bastante sobre a importância de festivais deste tipo. O GP da categoria foi para Gorilla, da Cadbury, e Halo 3.

    http://www.youtube.com/watch?v=TnzFRV1LwIo

    http://www.youtube.com/watch?v=Rz_7WWO8lXE


  • O oposto da comunicação individualizada

    Enquanto a comunicação individualizada é tratada como tendência nos papos publicitários, lembrei-me de um certo lugar em New York que se mantém firme na sobrecarga de informação publicitária: a Times Square.
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