
O ambiente em que trabalhamos pode estimular nossa criatividade como pode também privá-la. Locais de trabalho que não permitem boas relações entre as pessoas, prazos sempre extremamente apertados e foco na realização de tarefas sem interrupções não trazem bons resultados em criatividade e inovação.
Até mesmo as cores influenciam nosso bem-estar e são capazes de estimular a criatividade e melhorar o relacionamento nos locais de trabalho.
O CoolHunter fez uma lista de ambientes criativos de trabalho que dá água na boca.


O seu local de trabalho é agradável e criativo ou você conhece algum lugar assim? Mande pra cá que vira post na hora.


A internet brasileira segue crescendo em número de usuários e investimentos publicitários mas ainda não há exploração expressiva das redes sociais para a comunicação de marcas como em outras mídias.
Mesmo que alguns players se justifiquem pela falta de verba específica para esse tipo de publicidade online, não é motivo para não monitorar as redes sociais mesmo antes de agir.
Coletar informações sobre o que as pessoas andam falando sobre a sua marca nas redes sociais pode fazer a diferença entre o “não temos verba” e o “não temos verba ainda”, ajudando muito na construção de cases.
Para ficar por dentro do buzz, recomendo o BlogPulse, da Nielsen, a Trendpedia e o Trendrr.
Outra opção é acompanhar tags e palavras-chave em sistemas como o Google Blog Search, Technorati e Blogblogs, ou fazer buscas direto nas redes como Youtube ou Twitter.

Segundo dados do Ibope//NetRatings, 23,7 milhões de pessoas usaram internet residencial em julho de 2008 no Brasil.
Esse número representa um crescimento de 28% quando comparado aos 18,5 milhões de julho de 2007. É ainda 3,5% maior do que junho de 2008.
Dentre os 9 países estudados pelo Ibope/NetRatings, o brasileiro continua a ser o usuário que mais navega, com 24 horas e 54 minutos por pessoa. Esse é o maior tempo já alcançado pelo brasileiro desde o início da pesquisa.
Paralelamente, cresce também o investimento publicitário. A web teve crescimento de 45% em relação ao ano passado.
Ultrapassando a TV por assinatura e a mídia exterior, a internet saiu do 7º lugar em 2007 e é agora o quinto meio que mais recebe esse tipo de verba.


Alex Bogusky, o protagonista do desafio de tornar a Microsoft cool, deu 6 dicas que fizeram a Crispin Porter+Bogusky ser a referência que é, hoje, no mercado publicitário.
1. Venda a solução e não os anúncios
2. Fomente a criatividade
3. Siga seu nariz e não dinheiro
4. Sempre diga a verdade
5. Olhe à frente mas não tão longe
6. Faça o que você gosta e não o que quer
Vale a pena também conferir a entrevista completa feita pela Susan Kuchinska, para entender um pouco mais sobre como pensa esse fenômeno da comunicação mundial.


Alex Bogusky, um dos nomes que fizeram a pequena agência Crispin Porter+Bogusky ser uma das mais admiradas do mundo em apenas 10 anos, está com o grande desafio de transformar a Microsoft em uma marca “cool“.
Com a gigantesca verba de US$300 milhões, a Crispin Porter+Bogusky está desenvolvendo a campanha “Windows, not walls”, que terá nada menos que o humorista Jerry Seinfeld como garoto-propaganda.
Em entrevista para a revista Fast Company em abril do ano passado, Alex Bogusky explicou quais computadores são utilizados na agência e porque:
Crispin sort of exists because of the revolution in desktop publishing that the Mac brought about. You could be a small shop and compete against Madison Avenue for the first time because all the tools were in your computer.
Curiosamente, quando Rob Reilly, executivo da conta Microsoft, foi questionado sobre a idéia de forçar seus funcionários a usar os produtos Microsoft, disse:
“It’s not a matter of forcing people. It’s getting them to want to use it. If you can’t, you’re not going to do great advertising.”


Publicidade através de conteúdo gerado pelo consumidor (CGC) faz lembrar o SuperBowl, Skol e uma bela reflexão do Cezar Calligaris.
Curiosamente, vi no MySpace do autor brasileiro Paulo Coelho que o “mago” deu um show em muita proposta de CGC por aí.
Ele iniciou uma competição para fazer um vídeo colaborativo do seu livro A Bruxa de Portobello, mesclando as partes para criar uma obra a ser inscrita em festivais cinematográficos.
A mecânica é simples: cada participante deve escolher um dentre os quinze personagens do livro e filmar a parte em que ele é o narrador. As quinze partes escolhidas serão unificadas em um vídeo que, como o livro, é contado em diversas perspectivas.
As principais diferenças em relação às propostas comuns de conteúdo gerado pelo consumidor são que a iniciativa de Paulo Coelho, ao invés de deixar o participante livre para criar o vídeo que quiser, dá diretrizes para a produção: o vídeo deve ser a interpretação de uma das 15 passagens do livro.
Outro ponto a ser ressaltado é o objetivo final. Ao invés de premiar uma pessoa, a proposta terá 15 “ganhadores”. E de um jeito que o produto final (o filme com as 15 partes) cria expectativa nos participantes, prolongando o buzz do livro e da competição.
Por último, Paulo Coelho centraliza o concurso em uma rede social, o que facilita o engajamento naturalmente.
Os resultados serão divulgados no próximo dia 24. Confesso que estou curiosíssimo para ver o resultado final.
UPDATE:
Os ganhadores foram anunciados. O resultado? Mais de 6000 participantes.

Clichê, chavão ou lugar-comum são palavras a que se recorre para conseguir maior expressividade mas que não atingem tal efeito devido ao abuso ou uso exaustivo.
A propaganda adora um clichê. Seja escancarado, com sutileza ou para facilitar a assimilação.
Até hoje os pais de família saem trabalhar de gravata nos comerciais, os gerentes ficam loucos e as lojas fazem uns 12 aniversários por ano.
É bom ficar atento, quando até isso vira motivo para gargalhadas:
