Ambientes de trabalho que estimulam a criatividade
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O ambiente em que trabalhamos pode estimular nossa criatividade como pode também privá-la. Locais de trabalho que não permitem boas relações entre as pessoas, prazos sempre extremamente apertados e foco na realização de tarefas sem interrupções não trazem bons resultados em criatividade e inovação.

Até mesmo as cores influenciam nosso bem-estar e são capazes de estimular a criatividade e melhorar o relacionamento nos locais de trabalho.

O CoolHunter fez uma lista de ambientes criativos de trabalho que dá água na boca.

O seu local de trabalho é agradável e criativo ou você conhece algum lugar assim? Mande pra cá que vira post na hora.

Publicado por Rafael Amaral em 1 Sep 2008 | 7 Comentários
Social media: monitorando redes sociais mesmo antes de agir
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A internet brasileira segue crescendo em número de usuários e investimentos publicitários mas ainda não há exploração expressiva das redes sociais para a comunicação de marcas como em outras mídias.

Mesmo que alguns players se justifiquem pela falta de verba específica para esse tipo de publicidade online, não é motivo para não monitorar as redes sociais mesmo antes de agir.

Coletar informações sobre o que as pessoas andam falando sobre a sua marca nas redes sociais pode fazer a diferença entre o “não temos verba” e o “não temos verba ainda”, ajudando muito na construção de cases.

Para ficar por dentro do buzz, recomendo o BlogPulse, da Nielsen, a Trendpedia e o Trendrr.

Outra opção é acompanhar tags e palavras-chave em sistemas como o Google Blog Search, Technorati e Blogblogs, ou fazer buscas direto nas redes como Youtube ou Twitter.

Publicado por Rafael Amaral em 28 Aug 2008 | 5 Comentários
Internet cresce em número de usuários e investimentos publicitários
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Segundo dados do Ibope//NetRatings, 23,7 milhões de pessoas usaram internet residencial em julho de 2008 no Brasil.

Esse número representa um crescimento de 28% quando comparado aos 18,5 milhões de julho de 2007. É ainda 3,5% maior do que junho de 2008.

Dentre os 9 países estudados pelo Ibope/NetRatings, o brasileiro continua a ser o usuário que mais navega, com 24 horas e 54 minutos por pessoa. Esse é o maior tempo já alcançado pelo brasileiro desde o início da pesquisa.

Paralelamente, cresce também o investimento publicitário. A web teve crescimento de 45% em relação ao ano passado.

Ultrapassando a TV por assinatura e a mídia exterior, a internet saiu do 7º lugar em 2007 e é agora o quinto meio que mais recebe esse tipo de verba.

Publicado por Rafael Amaral em 27 Aug 2008 | 5 Comentários
Alex Bogusky dá 6 dicas para publicitários
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Alex Bogusky, o protagonista do desafio de tornar a Microsoft cool, deu 6 dicas que fizeram a Crispin Porter+Bogusky ser a referência que é, hoje, no mercado publicitário.

1. Venda a solução e não os anúncios

2. Fomente a criatividade

3. Siga seu nariz e não dinheiro

4. Sempre diga a verdade

5. Olhe à frente mas não tão longe

6. Faça o que você gosta e não o que quer

Vale a pena também conferir a entrevista completa feita pela Susan Kuchinska, para entender um pouco mais sobre como pensa esse fenômeno da comunicação mundial.

Publicado por Rafael Amaral em 27 Aug 2008 | 3 Comentários
Crispin Porter+Bogusky: A agência da Microsoft usa Mac’s
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Alex Bogusky, um dos nomes que fizeram a pequena agência Crispin Porter+Bogusky ser uma das mais admiradas do mundo em apenas 10 anos, está com o grande desafio de transformar a Microsoft em uma marca “cool.

Com a gigantesca verba de US$300 milhões, a Crispin Porter+Bogusky está desenvolvendo a campanha “Windows, not walls”, que terá nada menos que o humorista Jerry Seinfeld como garoto-propaganda.

Em entrevista para a revista Fast Company em abril do ano passado, Alex Bogusky explicou quais computadores são utilizados na agência e porque:

Crispin sort of exists because of the revolution in desktop publishing that the Mac brought about. You could be a small shop and compete against Madison Avenue for the first time because all the tools were in your computer.

Curiosamente, quando Rob Reilly, executivo da conta Microsoft, foi questionado sobre a idéia de forçar seus funcionários a usar os produtos Microsoft, disse:

“It’s not a matter of forcing people. It’s getting them to want to use it. If you can’t, you’re not going to do great advertising.”

Publicado por Rafael Amaral em 26 Aug 2008 | 3 Comentários
Paulo Coelho, web 2.0 e colaboratividade
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Publicidade através de conteúdo gerado pelo consumidor (CGC) faz lembrar o SuperBowl, Skol e uma bela reflexão do Cezar Calligaris.

Curiosamente, vi no MySpace do autor brasileiro Paulo Coelho que o “mago” deu um show em muita proposta de CGC por aí.

Ele iniciou uma competição para fazer um vídeo colaborativo do seu livro A Bruxa de Portobello, mesclando as partes para criar uma obra a ser inscrita em festivais cinematográficos.

A mecânica é simples: cada participante deve escolher um dentre os quinze personagens do livro e filmar a parte em que ele é o narrador. As quinze partes escolhidas serão unificadas em um vídeo que, como o livro, é contado em diversas perspectivas.

As principais diferenças em relação às propostas comuns de conteúdo gerado pelo consumidor são que a iniciativa de Paulo Coelho, ao invés de deixar o participante livre para criar o vídeo que quiser, dá diretrizes para a produção: o vídeo deve ser a interpretação de uma das 15 passagens do livro.

Outro ponto a ser ressaltado é o objetivo final. Ao invés de premiar uma pessoa, a proposta terá 15 “ganhadores”. E de um jeito que o produto final (o filme com as 15 partes) cria expectativa nos participantes, prolongando o buzz do livro e da competição.

Por último, Paulo Coelho centraliza o concurso em uma rede social, o que facilita o engajamento naturalmente.

Os resultados serão divulgados no próximo dia 24. Confesso que estou curiosíssimo para ver o resultado final.

UPDATE:

Os ganhadores foram anunciados. O resultado? Mais de 6000 participantes.

Publicado por Rafael Amaral em 22 Aug 2008 | 2 Comentários
O clichê na propaganda
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Clichê, chavão ou lugar-comum são palavras a que se recorre para conseguir maior expressividade mas que não atingem tal efeito devido ao abuso ou uso exaustivo.

A propaganda adora um clichê. Seja escancarado, com sutileza ou para facilitar a assimilação.

Até hoje os pais de família saem trabalhar de gravata nos comerciais, os gerentes ficam loucos e as lojas fazem uns 12 aniversários por ano.

É bom ficar atento, quando até isso vira motivo para gargalhadas:

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Publicado por Rafael Amaral em 20 Aug 2008 | 0 Comentários