Piercing Coca-Cola Zero: Opiniões
2 Comentários Escrito por
Rafael Amaral em 29/02/2008
Quando recebi o kit da Coca-Cola Zero com o piercing e vale perfuração eu pensei: que sensacional. Totalmente alinhado ao conceito, “por essa você não esperava”. O flyer faz o link: “(…) da sua língua, que nunca se engana que Coca-Cola Zero é o sabor de Coca-Cola, com zero de açúcar”.
Não pensei que fosse causar tanta polêmica. Alguns atentam para os limites da propaganda. Quem deve mensurar isso: os publicitários ou os consumidores?
É ingenuidade tratar o consumidor como se ele não soubesse que isso é uma ação de marketing. Ele sabe e não está nem aí. Quer mais é economizar os R$100 (?) que ele gastaria no piercing. É uma troca: a Coca-Cola paga o piercing e você tira uma foto para fazer propaganda pra eles.
Não acho essa ação tão grave ao ponto de questionar esses limites.
Quem impõe esse limite é o consumidor. Ele é que vai a um dos 3 estúdios credenciados para fazer seu piercing. E se ele está indo é porque já tinha a intenção de fazer isso em algum momento. Acho meio improvável todo mundo sair furando a língua por conta de uma ação guerrilheira da Coca-Cola Zero. Ou não?
Rafael Ziggy, publicitário, atua como planejamento digital na Knowtec Inteligência e Interatividade.
É idealizador do SimViral.com e escreve para outros blogs sobre publicidade e tendências.
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Fico aqui pensando se piercing e qualidade de vida possuem alguma relação? Pois afinal, a proposta da Coca-cola ao lançar o produto “Zero” é justamente oferecer uma bebida com as mesmas características da original, mas sem o incômodo das calorias – ou seja, aproveitar o sabor sem pesar na consciência. Mas e aí, o cara vai, compra a latinha, curte o gostinho e ainda mantém o corpinho… só que depois,mostra a língua perfurada por um objeto estranho.
Não parece que tem algo estranho nessa cena? No fundo acho que não, acho que a Coca-cola acertou mais uma vez ao demonstrar que entende profundamente seu público-alvo. A questão de emagrecer ou engordar é a menos importante nesse caso, a grande sacada, em termos mercadológicos, é lançar um produto para revitalizar a marca e dialogar com o público jovem, colocando como canal de comunicação um piercing, ou seja, um objeto de ostentação que representa boa parte de uma geração.
Bom, mas uma ação de fornecer um brinde que exige uma pequena mutilação não pode ser considerada um exagero, ou uma estratégia um tanto invasiva? Sinceramente também acho que não. Afinal, só fura, exibe e fotografa quem quiser e tiver predisposição a isso. Questiono, sim, estratégias publicitárias de tatuar o corpo, coisa que já foi praticada por outros anunciantes.
Victor Kraide Corte Real é publicitário, mestre em Marketing Político, coordenador do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Prudente de Moraes (Itu/SP), professor universitário no curso de Publicidade da Anhanguera Educacional (Unidade Santa Bárbara D’Oeste/SP) e do ISCA Faculdades (Instituto Superior de Ciências Aplicadas de Limeira/SP).












Olha, eu furei na segunda passada no Scorpions Tattoo, em São Paulo. Não sou uma grande fã de coca, mas a ação era tão inusitada que precisei ver como foi.
Segundo o piercer, a grande maioria ia para trocar a jóia somente, pois já possuíam o furo. Mesmo assim tiravam a foto, como se fossem
- do ponto de vista de usuária (agora), a ação refletiu entre os conhecidos (colegas de faculdade, trabalho, familia), que questionaram o lance da propaganda.
- os mais conservadores questionaram-se sobre a ‘mutilação’, dizendo que isso agride o corpo e etc. O moralismo é forte, descontando-se o fato da alegria do portador da jóia.
O que passou a impressão, depois de toda essa experiência, é que o burburinho gerado foi o objetivo da ação, que é exatamente o que vcs estão fazendo.
26/03/09 Brasília DF.
Não soube déssa promoção por aki em BSB, mais não vejo nada demais em uma empresa como a Coca-Cola fazer esses tipos de promoções, não dou éssa opinião por ser piercer mais sim pq, um produto como a Coca-Cola entra na casas dos ricos e dos pobres diariamente e sendo assim vejo q o preconceito acaba sendo amenizado em muitos casos, uma pessoa pode ser viciada em coca-cola e achar ridículo um piercing implantado sob a pele de uma outra pessoa, mais qnd sua droga cola favorita apoia o q ele acha feio e ridiculo ele acaba por aceitar sem questionar e ostentar seus valores sociais.
Fico feliz, alegre e satisfeito com éssa notícia q acabara de chegar a meus conhecimentos.
Glauber Andreas BSB-DF.
O último post de glauber andreas foi Nostril (piercing no nariz)