Propaganda chiclete por opção
Definir comunicação boa exige a análise de inúmeras variáveis. Dizer que uma propaganda ou uma ação de marketing é boa se seguir determinada receita é muita pretensão.
Recentemente vi uma frase do guru do marketing, Seth Godin, que dizia que marketing bom e idéias boas são as que fixam na nossa mente. Coincidentemente, vi um contraponto muito interessante do Felipe Senise, questionando que o significado da mensagem tem maior valor e que a atenção despendida voluntariamente é mais importante.
Arrisco um terceiro ponto de vista e acredito que grandes idéias, em comunicação, são as que despertam o desejo voluntário do consumidor em prestar atenção e conseguem sim se fixar em sua mente.
Como exemplo, observe o grupo Improv Everywhere. Desde 2001 eles executam cenas em espaços públicos que prendem a atenção das pessoas sem precisar de outro incentivo senão a própria performance. As cenas por eles criadas quebram a rotina das pessoas e não tenho dúvida que fixam em suas mentes.
Quantos jingles não ficaram martelando em nossas cabeças mesmo sendo ruins? E quantas ações ou propagandas despertaram nosso interesse no momento e se perderam nos instantes seguintes?









Muito legal o vídeo! Principalmente pela escolha das “personagens” congeladas, em cenas tão cotidianas.
Quanto a jingles chiclete, apesar do irritante “as anatômicas, só Ipanema têm” eu gravei a propaganda pq achei engraçado quando a miss fala que a vice é mais gostosa.
E záz.
Irado esse vídeo. Não sei se isso classifica-se como uma flash mob, mas se assemelha bastante, assim como aquele site Limão tá fazendo por aí. Isso aí certamente é impactante. Imagine que louco se todos eles estivessem com algum produto que diz que é gelado pra caralho, como por exemplo Guaraná Ice. Tipo, bebem e congelam… aí ficaria demais e todo mundo iria entender.
Werner Iucksch’s last blog post..New SWOT Rules by Russell Davies
Obrigado pela visita, Werner!
Esse tipo de ação, patrocinada por uma marca, seria sensacional!
Mas convencer um grupo que atua desde 2001, pelo que entendi sem remuneração alguma, a vender a idéia e todo o movimento ao associar a performance a alguma marca parece uma tarefa bastante árdua.
Se não é o dinheiro que move essas pessoas a fazerem essas “flashmobs”, como persuadí-las?
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