Propaganda não é nada sem experiência de marca

13 October 2008 4 Comentários

“Não importa o quão bom você diz ser na cama, se na hora do vamos ver você broxa.”

O relato do Neto me inspirou a pensar um pouco na relação “propaganda X experiência de marca”. A longo prazo, a experiência sempre prevalece.

As pessoas podem até dar uma ou duas chances para a marca que não é o que diz ser, ou não faz o que diz fazer, mas logo elas vão embora. E aí fica muito difícil voltarem. A não ser que tenham uma razão extremamente forte e convincente.

Investir em propaganda sem antes ter uma experiência de marca autêntica e relevante só faz as pessoas se afastarem e perderem a confiança na marca sem nenhum impacto.

Há uma diferença muito grande no modo de se conectar com pessoas através de propaganda e através de experiência.

Antes de colocar um filme no horário nobre da Globo, uma página dupla na Veja, bolar um efeito viral ou entrar nas redes sociais, a experiência de marca tem que ser adequada à propaganda, senão elas viram as costas.

É muito mais fácil fazer as pessoas falarem sobre uma marca do que fazê-las comprarem.

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4 Comentários »

  • Leonardo disse:

    De fato! :)
    O último post deLeonardo foi Biro-Biro mostra suas habilidades!

  • Camilo Oliveira disse:

    Será por isso que propaganda poítica (quase) não funciona?

    Candidatos desconhecidos não duram mais de 10 segundos na nossa memória, quando o espaço deles acaba…

    O último post deCamilo Oliveira foi 1 ano de Design Coletivo

  • Rafael Amaral disse:

    Eu acredito que a propaganda política funciona sim, Camilo.

    Um exemplo gasto é a atual campanha do Barack Obama. Outro é a do próprio Lula.

    Acontece que na propaganda política você tem um período de 4 anos até poder escolher outra opção. Quando se trata de uma marca de produto ou serviço a troca é bem mais rápida.

  • Victor disse:

    Perfeito Rafa. O público precisa “vivenciar” uma marca pra que o esforço publicitário resulte em benefícios comerciais. Isso é muito difícil, na verdade sempre foi, mas fica cada vez mais complicado nesse intenso capitalismo competitivo e baseado na comunicação interativa.
    Mais uma vez, a proposta do Humankind da Leo Burnett mostra-se pertinente e alinhado ao que enfrentaremos pela frete.
    Abs.

    O último post deVictor foi Marketing Olfativo

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