Quem conta um conto aumenta um ponto
Grandes mudanças estão marcando o mundo da comunicação. Convergência é a palavra que dita um novo comportamento nesta época. Um tempo em que os consumidores buscam e reúnem conteúdos de diversas fontes para criar um novo cenário. Um ambiente marcado pela dispersão de informação, característica da sociedade contemporânea.
E nessa complexidade o conceito de Transmedia Storytelling ganha força. Contar histórias em plataformas múltiplas de mídia torna-se uma estratégia focada em marca como conteúdo. E não marca com conteúdo ou patrocinando conteúdo, como disse Maurício Motta.
O ramo do entretenimento traz grandes cases de sucesso de Transmedia Storytelling. The Lost Ring, Heroes, Batmans: The Dark Knight e o recente GP em Cyber, Year Zero, são apenas alguns exemplos.
Mas a estratégia não se limita ao setor. Nem mesmo seu sucesso.
Happiness Factory, da Wieden & Kennedy para Coca Cola, assume a proposta de ser uma história evolvente, recheada de personagens e que pode ser trabalhada em diversos pontos de contato. Tanto é que foi tema de palestra da agência no Palais em Cannes.
Contar histórias não deixa de ser, ao meu ver, um dos princípios da publicidade. Todo o rebuliço que a web anda fazendo atualmente não se trata de revolução. É evolução. É trazer as histórias que eram contadas através de spots, prints e jingles para todos os pontos de contato com as pessoas. É fazer a marcar criar sua própria mitologia com a participação de seus seguidores e, dessa forma, perpetuar sua própria história.
Artigo originalmente publicado na Casa do Galo



















Toda essa história de transmedia storytelling dá muito pano pra manga e, em certa medida, realmente é uma evolução.
O que as pessoas ainda não sacaram é que o componente storytelling (conteúdo) é tão o mais importante do que o componente transmedia (forma).
Não se trata apenas em colocar uma mesma mensagem em vários formatos, de forma que se complementem. A própria estrutura da mensagem está mudando, assumindo cada vez mais uma cara de narrativa.
O último post deBruno Scartozzoni foi A FLIP (definitivamente) não flopa
Olá Bruno!
Disse bem. Até porque o transmedia, em essência, não é novidade.
Obrigado pela visita!
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