Tribos de brand. O xaveco certo para a pessoa certa.
“Chega desse negócio de homem/mulher, 20 a 30 anos, classe B é consumidor da marca X. Se a pessoa tem o recurso em mãos, ela vai e compra.”
É com essa afirmação que o artigo do Fábio Sousa no Webinsider ganhou minha atenção. Num trecho de artigo da Rede Gaúcha de Design, citado por ele, aparece a seguinte constatação:
“As “tribos” as quais pertencemos são determinadas cada vez menos pela geografia, linhagem, raça ou religião. Elas são amplamente definidas pela educação e pelas nossas manifestações a partir do que consumimos.”
As tribos de brand colocam as pessoas em diversos grupos diferentes, formando misturas heterogêneas.
E é esse conceito que reforça uma observação básica: As pessoas não podem ser estereotipadas. E além disso, fortalece a tendência de uma comunicação mais individualizada para marcas, vendendo chuteiras a quem curte o iPod enquanto vai de bicicleta a uma exposição de arte barroca.











Essa percepção de separação de tribos pelo consumo já vêm sendo facilmente perceptível a muitos anos, mas ninguém nunca deu muita bola para isso, é mais prático e ‘xique’ usar estereótipos.

Manos consomem roupas largas
Rockeiros consomem música/instrumentos
Playboys consomem carros, motos e balinhas
União dos dois conceitos.. eheh
O último post deHenrique Artur Wint foi Virou modinha
É uma cadeia, não?
Costuram-se estereótipos, compra-se mídia de massa, gasta-se dinheiro à toa.
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Estagiaridade?
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